Okay, okay, o dia está apenas começando e tenho que fazer mil coisas no curto espaço de apenas de um dia, do qual oito horas são de sono (ou pelo menos deve ser).
Ligo o meu notebook e logo me vem uma brainstorming, aliás, preciso muito dessa vibe para mobilizar my routine, lembrar de cada detalhe estando fine ou down, nada que um good brunch não ajude.
Nesse início de dia já vejo que a salada linguística tem destemperado meus ideais de escrita e empenho com a língua portuguesa, vejo que nosso idioma está sendo aos poucos engolido por expressões, frases, que em nada se alinham com a nossa boa mater - latim, não dá para deixar de observar que expressões do cotidiano estrangeiras estão super aglutinadas com nossos dialetos.
A tecnologia, o emaranhado de culturas globalizadas, nos condiciona ao status de subservientes à cada novidade, nisso, já dispenso os livros físicos e me entrego ao smartphone ou ao kindle, tanto faz, perdendo o gosto pelas linhas marcadas com rastros e leitora, isso usando lápis de boa ponta ou pincel luminoso.
O mundo muda a casa momento, do look ao food, ou vice-versa, no segundo caso, ingressamos no modo diet, light, enfim, healthy e no caso do look, cada um com seu style.
Vou preparar um cheese enquanto espero meu personal trainner, que prefere um steack ou roast chicken, segundo diz, no decorrer da semana, adere ao noodle...
Retornando aos brados de riqueza e orgulho da língua, peço perdão a Guimarães Rosa, também a Ariano Suassuna e todos os outros que recriaram, e enalteceram o português do Brasil com obras tão consagradas.
Bye, bye.
Maria Lopes de Araújo.
Escritora (cronista, contista e poetisa). Licenciada em Letras pela UECE. Bacharel em Direito pela URCA. Advogada atuante.